Em dizer sim,
por fim, eu nego.
Das negativas
acabo me afirmando.
Incerto, por vezes, me calo.
O silêncio , quase sempre, me mostra.
E sonho,
com aquilo não dito.
No dito, me faço sombra.
Escuro, escolho meus passos.
Não sendo, refaço promessas.
Não digo,
no dito,
no cansar de minhas estórias criadas.
Lucas Balieiro
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