Por que sobraram apenas as unhas roídas, ditas.
No fim da festa, um corpo magro ao chão.
De resto, ficaram apenas os pileques...
Sentados na rua já não ficam.
Tudo criado e a mentira querendo ser verdade.
Prepotente...
no agora, o nariz é muito grande. Desproporcional até.
Já não se olha,
Quebrante e mais unhas roídas.
Também a cor da camiseta,
Os dentes amarelos por horas de fumo,
Olheiras...
Em nada mais a semelhança,
Disseram que havia e
Se acreditou.
Gargalhada pelo achado,
Cócegas já de costas... indo, indo .
O grafite reforçado ,
O apagar em mãos,
Negando o maior bem que fazia
Por anos: a distância de você.
Lucas Balieiro
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