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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Meu único poema

O amor de alguém,
do não sonhos.
O amor seu,
sentido no aqui dentro.

O sangue por hoje esvai e
sou dos poucos que conhece o perfeito.
És onírico ainda, mas tenho o gosto.
Carrego o possível. Nos poemas, no fechar de olhos.
No olhar de Lua.

Ingenuidade por si só.
E se pode até ser,
já nada me importa,
Parto, pois, sozinho.
Roubando o seu olhar para outros e os fazendo meus.

Ladrão por opção. Enfiltrado em segredos. Sou e ninguém sabe.
Em doses não tidas. Sou o hoje, viciando em veneno forte.
Desse sonhar constante e pensar no um dia.

Lucas Balieiro

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