Seriam apenas sentimentalidades? Fugazes desejos juvenis? Seriam certezas por mim criadas? Vivências ou inércia?
Por esses dias vi a praia, vi um mar, vi Lua, fiz pedidos. Aflorei. Nestes dias, eu chafurdei em meio a instantes que pareciam chamar. Partículas bucólicas terminando, iniciando,compondo liga. Partículas reluzindo e sumindo junto ao vento.
Estive na praia e no por todo vi que o nada já não existia e que carregava apenas o sempre ao meu lado.
Com as mãos na areia, imaginei mais algumas situações. Culpa de mar, resquício de lusco fusco. Reconfortava e esquecia em ordens imprecisas. Nestas partículas de instantes e em bucólicos sentimentos que se pode fazer acontecer, em que se diz e se vê algo de cabeça contrária.
Estranho, no sempre, acabar por aqui. Confabulando palavras, fantasiando ordens, duvidando de minhas não respostas. Terminar por sempre bolando minhas teorias para algo que nunca deixara a inexistência.
Lucas Balieiro
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